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Sargento da PM é preso suspeito de participação na morte de homem no residencial Salvação

Carro usado pelos suspeitos foi apreendido — Foto: Amarildo Gonçalves/ TV Tapajós
Carro usado pelos suspeitos foi apreendido — Foto: Amarildo Gonçalves/ TV Tapajós

Um sargento da Polícia Militar (PM) foi preso na madrugada de quinta-feira (23), suspeito de ser um dos executores de um homem na noite de quarta (22). O crime foi registrado por volta das 19h30, no bairro Salvação, em Santarém, oeste do Pará.

A PM apresentou na 16ª Seccional de Polícia Civil o sargento suspeito de ser um dos autores da morte do José Luiz Oliveira da Silva, 39 anos, executado com 15 tiros. O militar foi identificado como Elcinei Fonseca Ferreira e de acordo com o delegado Lucivelton Ferreira, o sargento é lotado no município de Rurópolis.

A vítima foi identificada como José Luiz Oliveira da Silva, 39 anos — Foto: Divulgação/rede sociais
A vítima foi identificada como José Luiz Oliveira da Silva, 39 anos — Foto: Divulgação/rede sociais

A polícia conseguiu chegar ao principal suspeito, após analisar as imagens de câmeras de segurança de uma residência, que gravou o momento que os suspeitos chegam em um carro branco. Os criminosos param o carro a poucos metros do alvo, e descem do veículo atirando. As câmeras também captaram o áudio, é possível ouvir que os suspeitos se identificam como polícia e efetuam vários disparos.

O delegado Lucivelton Ferreira informou que a vítima José Luiz Oliveira da Silva tinha passagem pela polícia. Ele teria sido preso em 2005 e contra ele havia um mandado de prisão em aberto.

O carro usado na ação criminosa foi apreendido, assim como a arma do sargento, e devem passar por perícia. As investigações comprovam que o carro foi alugado. A polícia informou que já tem a identificação de quem alugou o veículo. O condutor negou participação, mas para a polícia não há dúvidas que se trata do mesmo automóvel que aparece nas imagens.

No local do crime, a polícia identificou cartuchos de uso restrito das forças de segurança.

Fonte: G1 e O Impacto