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Jussara Nadiny participa de reprodução simulada do acidente que resultou na morte Líbia Tavares

Jussara Nadiny mostrando aos peritos como Líbia teria subido no capô do carro — Foto: Foto: Ulisses Farias/TV Tapajós
Jussara Nadiny mostrando aos peritos como Líbia teria subido no capô do carro — Foto: Foto: Ulisses Farias/TV Tapajós

A reprodução simulada do acidente que resultou na morte da jovem Líbia Tavares, 22 anos, mobilizou equipes da Secretaria Municipal de Mobilidade e Trânsito (SMT), Polícia Civil e Polícia Científica. Jussara Nadiny que dirigia o veículo de onde Líbia caiu batendo a cabeça no asfalto, esteve presente acompanhada de um advogado para acompanhar o procedimento.

Jussara Nadiny que está em liberdade provisória com medidas cautelares tinha a opção de não ir à reconstituição, mas preferiu estar presente e colaborar com informações para

Entender a dinâmica e a velocidade empregada.

Jussara Nadiny na reprodução simulada na avenida Sérgio Henn — Foto: Foto: Henrique Pimentel /TV Tapajós
Jussara Nadiny na reprodução simulada na avenida Sérgio Henn — Foto: Foto: Henrique Pimentel /TV Tapajós

Para que a reprodução fosse realizada sem interferências o trecho da avenida Sérgio Henn entre Moaçara e Palhão, no bairro Diamantino , em Santarém, oeste do Pará, foi interditado pela SMT.

O carro de Jussara Nadiny foi usado para percorrer o trecho onde ela andou com Líbia sobre o capô do carro até a frenagem que provocou a queda da jovem. Mas desta vez o veículo foi dirigido por um perito criminal. Em cima do capô, uma policial civil fez as vezes de Líbia.

O perito Sidney Araújo coordenou os trabalhos de reprodução simulada, que contou com a participação de cinco peritos. “Nós viemos fazer uma reprodução simulada dos fatos pata entender a dinâmica do evento com tomadas aéreas medições para verificação entre outras coisas, da velocidade do carro”, explicou o perito.

Jussara Nadiny com os peritos da Polícia Científica no local onde Líbia Tavares caiu de cima do capô do carro — Foto: Foto: Ulisses Farias/TV Tapajós
Jussara Nadiny com os peritos da Polícia Científica no local onde Líbia Tavares caiu de cima do capô do carro — Foto: Foto: Ulisses Farias/TV Tapajós

Késia Tavares, irmã de Líbia participou como testemunha e também colaborou com informações. “A gente veio contribuir, a nossa família está contribuindo como pode. Eu perdi uma irmã e alguém tem que ser responsabilizado”, disse.

Wlandre Leal, advogado da família de Líbia, esteve presente da reprodução simulada acompanhando três testemunhas. “Viemos aqui com 3 testemunhas após a notificação do delegado William, para que as dúvidas sejam sanadas e o inquérito concluído para que o Ministério Público tenha os elementos necessários para oferecer a denúncia’, disse.

De acordo com o delegado William Richer que preside o inquérito, faltam apenas três diligências para que o inquérito seja concluído.

Fonte: G1 Santarém