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Estado do Pará marca presença no Brazil Climate Summit, nos EUA

O governador Helder Barbalho participa do evento nesta quinta-feira.

Representantes da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas) estão em Nova York, nos Estados Unidos, para participar do Brazil Climate Summit, evento que reúne, na Universidade de Columbia, diversos atores envolvidos na questão climática para discutir oportunidades e responsabilidades em um mundo em que impactos sociais e ambientais são centrais.

A programação, que teve início nesta quarta-feira (13), contará com a participação do governador Helder Barbalho, nesta quinta-feira (14), no painel “COP30: liderando discussões para 2025 no Brasil”, em que serão abordados as metas e objetivos estabelecidos pela gestão estadual até a Conferência das Partes (COP 30), em Belém.

“Estamos aqui para marcar presença neste evento que reúne acadêmicos, autoridades, especialistas, empreendedores, ONGs e organizações multilaterais, todos buscando unir esforços para uma economia com zero emissões de carbono. O nosso objetivo aqui, além de discutir o papel do Brasil nessa discussão, é demonstrar os avanços das nossas políticas públicas do Pará, sobretudo a Política Estadual de Mudanças Climáticas, um dos principais feitos da gestão do governador Helder Barbalho”, destaca o secretário de Meio Ambiente do Pará, Mauro O’de Almeida.

No primeiro dia da programação, o titular da Semas, acompanhado do secretário adjunto de Recursos Hídricos e Clima, Raul Protázio, e da diretora-geral do Programa Municípios Verdes, Camilla Miranda, reuniu com o secretário de Clima, Energia e Meio Ambiente do Ministério das Relações Exteriores, André Correia do Lago, e com a Fundadora do  Instituto Perifa Sustentável, Amanda Costa, ocasião em que discutiu como as políticas e projetos do Pará contribuem para o debate oferecido pelo evento.

Os principais objetivos do evento são discutir o papel do Brasil nas discussões sobre desenvolvimento sustentável e econômico para a população, além de como o Brasil pode  atrair “capital verde” e o papel do setor privado na agenda 2030 no Brasil.